Hannah Arendt - sobre o mal. Uma palestra sobre questões de ética

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Leitura do texto completo por Axel Grube
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Nesta palestra, Hannah Arendt explora a questão de como - após o colapso sem precedentes e o fracasso da moralidade no sentido de virtude e costume sob o nacional-socialismo - uma ética ou mesmo a natureza do bem pode ser justificada. Em referência livre a pensadores como Kant, Sócrates, Jesus de Nazaré e Friedrich Nietzsche, ela é guiada pelo sentimento de que o 'mal' é um 'fenômeno superficial': 'O maior mal não é radical, não tem raízes, e porque não tem raízes, não tem limites, pode evoluir para extremos inimagináveis ​​e se espalhar por todo o mundo. ' O bem ou a necessidade de fazer o bem, por outro lado, aparece como a força mais original, como energia natural, como instinto genuíno. 'E é claro que é essa força extra (Nietzsche), essa generosidade extravagante ou a' vontade transbordante e perdulária 'que leva as pessoas a quererem fazer o bem e fazê-lo com prazer. O que é mais evidente nas poucas e conhecidas pessoas que dedicaram toda a sua vida a 'fazer o bem', como Jesus de Nazaré ou São Francisco de Assis, certamente não é mansidão, mas sim uma força transbordante, talvez não aquela De caráter, mas de sua natureza. ' (Hannah Arendt)

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